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Celestial Chorus
Et dimîtte nóbis dèbita nostra
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Um dia em Roma, por volta do ano de 12 d.c. um homem teve um sonho.
Ele sonhou com um anjo dizendo-lhe:
- Seu filho terá palavras imortais que perdurarão até o final dos tempos.
Esse homem tinha dois filhos, um era um grande poeta, reconhecido na cidade e no Estado, dono de articulação soberba e discernimento invejável, o outro filho era um rapaz sem profissão e sem objetivo certo na vida.
Refletindo sobre o sonho o pai logo concluiu que o filho mensionado pelo anjo era o poeta e que a obra deixada por seu filho seria imortal. Então o pai presenteava o filho com tinos bibelôs e as mais ricas matizes.
O filho mais novo conhecido por preguisoso, certo viu um grupo de soldados indo para a batalha, o filho encantado com aquilo bradou:
- Serei guerreiro !
E entrou para o exército romano, mostrou grande dedicação e desempenho.
Ele ganhou uma casa, vários escravos e foi promovido a centurião.
Certo dia um dos seus escravos adoeceu e o filho soldado, muito preocupado com oque poderia acontecer com o pobre homem, foi a procura de um taumaturgo, que contavam casos, já havia ressucitado o cadáver de Lázaro.
Ele encontrou o homem pessoalmente, esse era chamado Jesus, que lhe disse:
- Pois bem, vamos até seu escravo.
O homem disse:
- Não meu senhor, não sou digno que entreis em minha casa, mas basta que diga uma palavra e meu escravo será salvo.
Admirado nosso senhor dissera que jamais vira uma demonstração de tamanha fé nem entre os seus seguidores e que a fé daquele pagão deveria ser lembrada por toda a eternidade.
O nome e a obra do filho poeta (dono de um discernimento invejável) foram perdidos na história
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